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Curiosidade sobre pneus montados com sentido definido de rodagem.

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Não há risco de causar danos nos pneus em caso de montagem invertida do sentido da banda de rodagem. O único problema mesmo é que a performance em pisos molhados será comprometida. Em veículo off-road equipados com pneus direcionados, a redução da eficiência é agravada, pois  o pneu perde sua característica autolimpante. Assim a lama vai se infiltrar nas suas ranhuras e torna o pneu quase slick. Ao se olhar um jipe de frente a posição correta é com as ranhuras em flecha (ou chevrons) apontadas para o piso.

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Audi A3 Sportback

Nunca é demais lembrar que a Audi tem a difícil missão de se defender do feroz, ataque da BMW (com o Série 1) e da Mercedes (com o revolucionário  Classe A) na luta pelo hatch premium mais vendido do mundo. Por isso todo reforço na linha A3 para aumentar sua participação no mercado é bem-vindo. Daí a chegada do Sportback reformulada, uma versão de quatro portas com perfil mais para a perua que para hatch.

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Um dos principais trunfos da nova geração é usar a nova plataforma MQB da Volks, que dá maior flexibilidade na produção. O que foi  muito útil no caso do Sportback, pois permitiu aumentar seu entre-eixos em 6  cm em relação à geração anterior, lembrando que ele tem 3,5 cm a mais que o do A3 duas portas. Os ganhos também são sentidos no porta-malas com 30 litros a mais, com um total de 380.

Quem esperava revoluções estilísticas é melhor pensar em outra marca, porque na Audi tudo se define com base em critérios de elegância e consistência de linhas que fazem o DNA da marca, do A1 ao A8. No Sportback transparece a ideia de horizontalidade, largura, faróis marcantes típicos da Audi e algumas arestas mais vivas na traseira. A nova plataforma também rendeu uma perda de peso de até 90 kg. A receita envolve o aumento considerável na aplicação de aços de extrema rigidez (mais finos e mais resistentes), novos bancos (igualmente mais leves) e, em alguns casos, na substituição de blocos de motor de aço por alumínio, material que também está nas laterais dianteiras, no capô e chassi.

Aumentar a distância entre os eixos teve consequências no comportamento dinâmico, com maior conforto ao rodar, assim como no espaço interno, ponto em que o Sportback avançou bastante. O carro está menos apertado tanto na frente como atrás. Além dos 30 litros extras, o porta-malas agrada pelo melhor acabamento e pelas superfícies mais aproveitáveis, que de tão geométricas permitem a colocação do assoalho em duas alturas – a posição mais alta cria uma vasta área de carga totalmente plana quando se rebate o banco traseiro. Na cabine temos revestimentos com materiais de toque muito suave e de construção cuja solidez tornou a Audi uma referência no segmento. Chama atenção a simplicidade das linhas e a apresentação geral do painel ligeiramente direcionado para o motorista, cuja zona central pôde ser liberada de comandos graças à passagem da central de informações e entretenimento para o porta-luvas e pela troca da alavanca do freio de mão por um botão.

Nas versões mais equipadas, essa sensação de interior mais limpo de botões e de perfeita ergonomia é reforçada pelo comando MMI (Multi Media Interface). Dependendo do pacote, há um monitor colorido de 7 polegadas no alto do painel, que pode subir e descer. Nele consultamos (e manuseamos) tudo o que diz respeito aos ajustes do carro, utilização de celular, navegação, áudio, internet etc. Pará o test-drive, tivemos a oportunidade de dirigir a versão 1.2 TFSI, com 105 cv, a mais barata e menos potente da linha a gasolina na Europa. Em primeiro lugar, devemos lembrar que o A3 (como no novo VW Golf europeu) com motor de 105 cv utiliza um eixo traseiro de torção e não a suspensão multilink, porque os engenheiros alemães entendem que esse sistema mais simples é suficiente para o desempenho esperado por uma versão de entrada.

É verdade que na maioria das situações de uso seu comportamento é muito competente e que o rendimento do motor nem sequer coloca grandes desafios ao chassi, que dá e sobra nesse caso. O que não quer dizer que os passageiros traseiros não sintam mais as irregularidades do piso, especialmente nas ruas brasileiras. Por outro lado, a suspensão multilink (usada nos  A3 equipados com motores acima de 122 cv) mostra capacidade superior para absorver a maior parte dos altos e baixos das estradas ruins sem comprometer o equilíbrio do chassi em curva e sem prejudicar o conforto dos passageiros.

Nas versões com suspensão esportiva (15 mm mais baixa) já se notam mais vibrações. Por isso, mesmo os motoristas mais exigentes terão resultado melhor se optarem pela configuração normal. Ou então partir diretamente para a suspensão com amortecimento eletrônico, associada ao Audi Drive Select. Ele dispõe de cinco programas que combinam os ajustes da resposta do motor, da assistência da direção e da resposta do câmbio, além do funcionamento do ar-condicionado. A direção é agora mais direta (volante com 2,75 voltas, ante as 2,9 anteriores) e recebe poucas vibrações vindas da suspensão dianteira, mas o sistema continua a não ser tão comunicativo, estando claramente abaixo do nível do BMW Série 1, referência nesta categoria.

No Brasil, o novo A3 Sportback está previsto para chegar às lojas em maio de 2013, por enquanto na versão 1.8 de 180 cv, ainda sem preço oficial definido.

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Video Audi A3 Sportback

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VW Tiguan R-line

A letra R é usada para distinguir modelos esportivos da linha Volkswagen na Alemanha. Carros identificados com a consoante, como o cupê Scirocco, de 265 cv, têm sangue quente. Já a linha R-Line investe no visual diferenciado. É justamente desse último grupo que faz parte o Tiguan R-Line, segundo modelo da grife à venda no Brasil – o primeiro foi o Touareg. O SUV compacto será vendido com dois pacotes de equipamentos: o kit Exterior inclui rodas aro 18, para-choques exclusivos e aerofólio por 114.770 reais, enquanto o pacote Completo (que, apesar do nome, não traz todos os opcionais) contempla banco do motorista com ajustes elétricos, soleiras personalizadas, volante com paddle-shifts, pedais de alumínio e logotipos R-Line nos bancos e na grade frontal por 126.169 reais.Ainda que seja uma lista consistente, são quase 20.000 reais a mais que a versão “normal” (106.421 reais).

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Se por um lado o efeito R-Line é apenas cosmético, é curioso ver como o veículo aparenta ter suspensão mais baixa. A impressão é pura ilusão de óptica assinada pela área de design, que pintou os detalhes pretos da parte inferior dos para-choques da cor da carroceria para fazer o carro parecer mais próximo do chão. “Trata-se de um modelo com visual mais refinado, feito para quem gosta de ser notado” , afirma Axel Schröder, diretor de marketing daVW.

 Nenhuma alteração foi realizada no motor 2.0 turbo, mas isso está longe de ser um problema. Os 200 cv dão conta do recado e a boa estabilidade nas curvas não é privilégio desta versão, uma vez que os pneus mais baixos (235/50 R18, ante os originais 235/55 R17) já eram oferecidos à parte na linha Tíguan.

A lista de opcionais inclui o Park Assist II (que estaciona o veículo sozinho em vagas paralelas e transversais, sensor de chuva, teto solar panorâmico, faróis bixenônio direcionais com leds e partida do motor sem chave. Com todos os itens, o SUV beira os 145.000 reais, superando rivais prestigiados como BMW X1 xDrive 28i (129.950 reais) e Audi Q3 Attraction (149.900 reais).

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Video VW Tiguan R-line

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Nova versão do BMW 528i

A sexta geração do BMW Série 5 é de 2010.Mas, no Brasil, ela chegou somente em 2011 e em versão única: 550i, equipada com motor V8 4.4 de 407 cv. Este ano, a BMW resolveu tirar o atraso e ampliar a oferta do modelo, incluindo a versão esportiva M5, e a novíssima 528i, que estreia com o motor 2.0 de quatro cilindros, o mesmo que conhecemos a bordo do novo Série 3.

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O Série 5 sempre se destacou como um lançador de tecnologias dentro da marca. Nos últimos tempos, foi o primeiro a ter braços de alumínio na suspensão, sistema de direção ativo (Active Steering) e dispositivo head-up display, entre outras novidades. Nesta edição, a sexta, não é diferente. Entre os recursos mais avançados, ele traz câmbio automático de oito marchas, sistema start-stop (que desliga o motor sempre que o carro para e o religa assim que o motorista libera o pedal do freio, com o objetivo de reduzir o consumo) e sistema Driving Experience (que permite adequar o comportamento do carro de acordo com a situação de uso ou preferências pessoais). Esse sistema tem três programas eletrônicos, Eco Pro, Comfort e Sport, que ajustam as respostas do motor, da direção, da transmissão e dos amortecedores.

O que causa maior curiosidade, porém, é mesmo o motor. Como estamos acostumados a ver o Série 5 equipado com motores de seis cilindros em linha ou V8, a primeira reação é de desconfiança diante do 2.0 de quatro cilindros. Essa sensação dura pouco, porque apesar do deslocamento menor o motor tem força suficiente para assegurar um desempenho compatível com a tradição do modelo. São 245 cv de potência em 6500 rpm e 35,7 mkgf de torque, a partir de 1250 rpm, Segundo a fábrica, o 528i é capaz de acelerar de O a 100 km/h em 6,3 segundos e de atingir os 250 km/h.

O 528i oferece uma boa relação custo-benefício para quem quer um sedã ,grande de luxo. Apresentado em versão única de acabamento, com preço de 258.950 reais, ele sai mais barato
que a versão topo de linha da Série 3, a 335i, que custa 295.950 reais.

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Video BMW 528i

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Ener-G-Force, Mercedes-Benz mudando a tradição e antecipando 2025

Pensar na próxima geração do Mercedes-Benz Classe G é um exercício de imaginação.Lançado em 1979, ele sofreu pouquíssimas alterações e não é nenhuma referência no assunto. É óbvio que a marca promoveu mudanças que o deixaram alinhado com as tecnologias do resto da linha, mas nem de longe lembra o que há de mais moderno em Stuttgart.

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Para quebrar esse paradigma, designers americanos da Mercedes criaram um conceito em forma de releitura do Classe G para o ano de 2025. A novidade foi apresentada no Salão de Los Angeles. Batizada de Ener-G-Force, o modelo tem uma série de inovações. O motor segue tendências diferentes do que temos hoje. Movido a hidrogênio, o carro possui um sistema chamado Hydro- Tech Converter, que transforma a água dos reservatórios no teto em hidrogênio para abastecer as células de combustível e garantir a autonomia de até 800 km.

Mesmo olhando para a frente, a Mercedes não quer se esquecer do passado de sucesso de seu utilitário esportivo. Para isso, colocou no Ener-G-Force elementos estilísticos que remetem ao Classe G, como a enorme grade frontal e as lanternas, pequenas e posicionadas horizontalmente.

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Video Ener-G-Force

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Nissan Frontier SL 2013, série comemorativa

Com 10 anos no  Brasil a Nissan lança uma série especial da Frontier, sendo o primeiro modelo da marca produzido na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. Com algumas mudanças no para-choque dianteiro e na grade do radiador, ganhou novo jogo de rodas e upgrade na lista de equipamentos.Na sua série comemorativa  baseada na SV Attack, com opções de tração 4×2 e 4×4 e câmbio manual, e SL 4×4 com transmissão automática. Todas utilizam o mesmo motor turbodiesel 2.5 , sendo que a versão 4×4  desenvolve 190 cv e a 4X2, 163 cv a 3.600 rpm.

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Um dos novos atributos é a adição do controle de tração e estabilidade, que corta o acelerador e atua nos freios quando a traseira perde a trajetória  . O limitador também contém os exageros no trato com o pedal direito, evitando derrapagens em pisos escorregadios.

A versão SL tem rodas de 18 polegadas de liga leve, enquanto a SV Attack utiliza peças de 16, mas apenas a SV tem lanternas traseiras com máscara negra.Internamente, mudaram o painel de instrumentos e os controles do ar-condicionado. O condicionador passou a ser digital de duas zonas. Na versão mais cara foi adotada a chave presencial I-Key, que pode ficar dentro do bolso do condutor ao abrir as portas ou ligar o motor.

Um novo sistema de áudio foi integrado à câmera de ré, cujas imagens são exibidas no monitor no centro do painel. O recurso ajuda, mas a tela pequena dificulta a visualização , sobretudo quando a manobra é feita em locais escuros. Poderia ter tela maior  e um alerta sonoro complementar. Agora há comandos do som no volante e piloto automático.

Os preços dessas belas máquinas partem de 95.990 reais para a SV 4×2 e chegam aos 124.990 reais na versão 4×4.

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Video Nissan Frontier SL

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EcoSport 2.0

Nova versão do EcoSport, mais um acréscimo para a família Ford. A novidade mais recente é o câmbio automatizado com dupla embreagem e seis velocidades, disponível nas versões SE (63.390 reais) e Titanium (70.890 reais).

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Diferente do sistema banhado a óleo aplicado em superesportivos, a transmissão PowerShift da Ford é do tipo caixa seca, o que explica o ruído de trepidação típico de disco de embreagem ao trafegar com o Eco sobre paralelepípedo. Ainda assim, traz enorme vantagem diante do conjunto automatizado com embreagem simples.

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Para realizar passagens de marcha rapidamente, o PowerShift engata a marcha superior simultaneamente ao desengate da que estava em uso. “É por isso que não se tem o incômodo e feito gangorra típico dos automatízados monoembreagem”, diz Fabio Okano, gerente de engenharia da Ford. Numa tocada esportiva, as trocas podem ser realizadas em 235 milésimos de segundo tanto no modo automático como no sequencial, por meio de um botão na lateral da alavanca seletora do câmbio de seis marchas.

O PowerShift mostrou ser o câmbio correto para o Eco 2.0 – cuja versão FreeStyle com câmbio manual foi avaliada em setembro. Confrontando os números de ambos (veja quadro ao lado), dá para notar um empate técnico na prova de aceleração, mas ampla vantagem do segundo nas provasde consumo urbano (7,9 ante 6,7 km/l) e rodoviário (10,4 e 8,8 km/l). Em tempo: o FreeStyle 1.6 manual consumiu 8,6 km/l de etanol na cidade e 10,4 km/l na estrada. Infelizmente, a combinação ideal entre mecânica ? (Duratec 2.0 e PowerShift) e versão de acabamento (FreeStyle) não será oferecida. Mas a própria gerente de marketing da Ford, Adriana Carradori, reconhece: “Se o consumidor indicar que precisa mesmo de um EcoSport FreeStyle 2.0 Powershift, a versão pode nascer já em 2013”.

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Agile Easytronic

O Agile foi lançado no fim de 2009 e desde então era possível perceber na tela digital dos instrumentos as indicações características de um câmbio automatizado. O nome do sistema é o mesmo: Easytronic. Mas a Chevrolet faz questão de reforçar que se trata da segunda geração – o nome oficial é Easytronic Gen lI. A preocupação faz sentido: enquanto foi opcional na Meriva, em 2007, o câmbio Easytronic colecionou reclamações de consumidores comuns e taxistas – muitos até trocaram o sistema automatizado por um manual.

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Agora, no Agile, o Easytronic de fato mostra sinais de evolução. O incômodo efeito gangorra entre as trocas de marcha notado na Meriva está menos acentuado no Agile, embora ainda seja mais facilmente percebido que no Gol iMotion e Palio Dualogic. Causa estranheza o sistema esticar muito a primeira, até cerca de 3500 rpm. Tanto no modo manual como no automático, os atuadores acionam a embreagem e engatam a marcha com boa dose de agilidade. Mas a fábrica voltará a ouvir reclamações dos clientes: imediatamente antes e depois de cada troca ouve-se nitidamente um clic eletrônico no painel, como se fosse um relê.

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O Agile mantém o motor 1.4 Econo. Flex de 102/97 cv como única opção de motor e o sistema Easytronic será oferecido como opcional só na versão topo de linha, LTZ, e custará 2200 reais. Apesar do bom desempenho em vendas, o Agile pode estar com seus dias contados, assim como o Classic. Ambos não se enquadram nos planos da GM. O Onix será o substituto natural do Agile, enquanto a versão sedã aposenta o Classic. “Muitos já dão como certo que o Agile terá seu pior ano em relação às vendas”, diz uma fonte ligada à marca.

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Ainda assim o Agile continua como um dos carros do segmento com a melhor relação custo-benefício. Ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico,ABS,airbag duplo, som completo, computador de bordo e rodas de liga leve são de série na versão LTZ, que com o câmbio Easytronic sai por 43 790 reais.

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Renault Clio Expression

Logo após estrear na Europa o novo visual da Renault chega ao Brasil. A marca fez a junção de novos elementos com as peças de temporadas anteriores, tendo uma nova geração do Clio com a mesma identidade do hatch lançado em 1999.
Em 13 anos é a segunda vez que o compacto passa por alguns ajustes. Uma plástica feita em 2003 atualizou sua dianteira e alguns detalhes estéticos. Da mesma forma o modelo 2013 foi remanejado, com a mudança no faróis, para-choque e capô. O logotipo da marca está agora envolvido na entrada de ar que divide a dianteira. Na parte inferior apresenta grade trapezoidal que lançou sua moda há 3 anos atrás.
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Se repararmos bem a traseira as lanternas são as mesmas, mas trazem uma nova disposição de lâmpadas, cujos contornos são acompanhados por dois vincos horizontais na lataria para conferir o volume à tampa. Na parte superior, a peça ficou maior para abrigar um brake-light embutido e, forçando a imaginação para a ideia de aerofólio.

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Por dentro, é preciso ser ainda mais observador e atento na procura de novidades. O quadro de instrumentos foi renovado e agora tem mostrador digital de temperatura, combustível e um computador de bordo na lista de série. O botão do pisca-alerta e a tomada de 12 V foram deslocados parar a frente da alavanca de câmbio.

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A garantia subiu para três anos. Como opcionais , apenas o ar-condicionado (2.500 reais) e a direção hidráulica (1.100 reais) estão disponíveis.

Video Renault Clio Expression

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Lamborghini Aventador Roadster , subtração sem adição

A estreia do tão sonhado Lamborghini Aventador Roadster acontecerá em alguns meses e estamos aqui para informar sobre a espera compensadora. Um das mais belas criações o superesportivo chama a atenção pela forma de retirar a capota de fibra de carbono.

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Sem o auxílio de parte elétrica cabe ao motorista e o passageiro retirá-la, não tendo nenhum esforço , pois a peça pesa seus 6 kg que pode ser guardada no compartimento de bagagens.A estrutura das colunas foi reforçada para suportar os impactos sem a capota. Para evitar um nível de ruído o Aventador apresenta um difusor de acionamento eletrônico, que quando erguido reduz a turbulência gerada pelo vento. A abertura das portas para cima foi mantida, vem como o motor 6.5 V12 de 700 cv. Os números de desempenho prometem 0 a 100 km/h em 3 segundos e máxima de 350 km/h. O Aventador será lançado em 2013 com o valor sugerido de 300.000 euros.

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O sucesso de público 2012

Não é difícil entender por que cada passo da Fiat é seguido pelos amantes de carros, a montadora é considerada líder absoluta no mercado pelo 11º ano. Na 27ª edição do Salão de Automóveis de São Paulo, o maior  e mais importante evento da indústria automobilística brasileira, acompanhamos as novidades da marca:

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BRAVO EXTREME

Com seu design esportivo e com heranças italianas, o Bravo Xtreme ainda possui um  motor 1.4 16V T-Jet gerando uma capacidade  de 253 CV e 6.66 RPM de potência máxima

 

FIAT 500 CABRIO

O Fiat 500 apresenta a versão cabriolet sendo o primeiro carro conversível da Fiat no Brasil. Apresenta seu motor 1.4 MultiAir 16V, com câmbio sequencial de 6 marchas, além de seu teto solar automático acionado  até  80 km/h.

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Com ênfase no conforto, o SUV da Fiat está mais moderno e com uma tecnologia de ponta. Em um dos grandes avanços possui sistema de navegação GPS com uma tela touchscreen de 8,4 polegadas. Para quem espera de um carro que traga segurança, modernidade, conforto e versátil, para qualquer momento

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Além de trazer novidades em seu design esportivo, o hatch compacto da Fiat inova em alguns atributos internos como a conexão em redes sociais e a recepção de notícias veiculadas em portais on-line

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Volkswagen CC chega ao Brasil

A montadora alemã Volkswagen anunciou a chegada ao Brasil do mais novo sedã de luxo da montadora alemã o Volkswagen CC, o Volkswagen CC é a reestilização do Passat que com o nome CC abandona o prefixo tão conhecido em nosso país do Passat, assim a montadora alemã Volkswagen pretende que o Volkswagen CC trate de uma solução para esportivos grandes com linhas cupê como o Porsche Panamera.

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O Passat reestilizado agora chamado de Volkswagen CC será oferecido em todas as concessionárias da montadora alemã Volkswagen em nosso país por cerca de R$ 208 mil reais, com um motor de 3.6 V6 que pode chegar a 300 cavalos de potencia para o veiculo, com cambio DSG de seis marchas com dupla embreagem e tração integral. Entre os diversos recursos que a montadora alemã Volkswagen trás para esse veiculo temos o detector de fadiga, já tradicional pela montadora alemã, assistente para estacionamento que ajuda a estacionar o carro tanto em vagas paralelas tanto como em vagas transversais. O Volkswagen CC ainda trás aparelhos de serie como rodas aro 18, os escapamentos com ponteira dupla, os faróis de bi-xenonio com luz de LEDs, assistente de partidas em aclives, controle de estabilidade e ainda uma gama com seis airbags.

Assim a montadora alemã pretende colocar o CC entre os carros mais vendidos do país para um determinado publico apaixonado por carros sedãs..